sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Retrospectiva nada convencional de 2011




Se alguém de fora deste planeta chegasse em janeiro deste ano à Terra certamente trataria de voltar para onde veio. Foi um ano ruim e perigoso no mundo. Em 2010 li que ninguém de sã consciência deveria viajar para muito longe de casa porque coisas horríveis aconteceriam em 2011, obviamente coisas humanas. Depois, em 2011, se viu que poderes horríveis têm as “coisas humanas”. No varejo das almas, que não é o ponto desta retrospectiva, o ano foi assim, assim. Bom para uns, mau para outros. A distribuição do câncer, por exemplo, foi mais justa.



Os grandes eventos verdadeiramente novos se dividiram entre a islamização terrorista da África, com a caçada humana a Kaddafi, e a colocação da Irmandade Islâmica no poder no Egito; a tsunami no Japão que o condenou a uma longa morte radioativa; a nova morte sem cadáver do bin Laden; a destruição do EURO em países europeus; e a preparação sionista para os operativos da guerra contra o Iran.



Destes últimos eventos cabe aqui e agora para os desinformados, os incautos e inocentes alegres em geral, descrever mais minuciosamente o que a mídia sionista tenta abafar. Em primeiro, é claro, é meu dever definir sionismo. Sionismo é uma agenda ideológica que domina o mundo há quase 150 anos, a qual é responsável pela tentativa de destruição do cristianismo e do judaísmo. Sionismo não é uma religião: é uma idéia criminosa de controle e dominação humana sustentada por banqueiros judeus, banqueiros não judeus, autoridades políticas, especialmente americanas, israelenses e inglesas. Tal idéia é dona da informação moderna; da cultura científica moderna, e preside todas as instituições cujo objetivo é estabelecer uma Nova Ordem Mundial a partir da diminuição da população terrestre a 500.000.000 de indivíduos. No século XX essa ideologia criou o bolchevismo, o nazismo, e deu início à dominação a partir da grande década tecnológica de 70 usando o comunismo como instrumento. Alguns interpretam e confundem o instrumento, o comunismo, com os mandantes, os criadores: os sionistas.



Neste ano tal agenda esteve muito ativa, e com pressa. A Primavera Árabe, como ela mesma se chama na mídia, foi um ato militar de apropriação de um imenso território rico em petróleo. A deposição do líder do Egito, aliado desses criminosos há 40 anos, e o assassinato cruel e bárbaro de Mohamar Kaddafi, mostraram ao mundo quem são os bárbaros. A OTAN ganhou bases navais no Mediterrâneo sul. O petróleo foi garantido a Israel com a aliança deste país com a Arábia Saudita. Quem diria!


No meio do ano Bin Laden, um factóide da CIA, foi morto de novo. Bin Ladem, pelas mesmas fontes da CIA, morreu ainda em 2001 de causas naturais (insuficiência renal não compensada por diálises). A imagem da cúpula governativa americana vendo um vídeo que ninguém mais viu, de um morto cujo cadáver foi criteriosamente escondido, enganou milhões de trouxas, os mesmos que acreditam na ameaça islâmica que teria destruído as Torres Gêmeas. Bin Laden “morreu de novo”, porque o mito era desnecessário. Se fosse verdade a encenação, não haveria bandeiras da Al Qaida do qual ele era o chefe nos edifícios de Bengazi após a queda de Kaddafi. Como pode a OTAN matar Kaddafi e colocar a Al Qaida no poder?


Em março, 11 de março, o nordeste do Japão foi atingido por uma tsunami que destruiu três reatores nucleares em atividade. O terremoto de “8,8” na escala Richter misteriosamente não abalou as ilhas japonesas em terra, mas o tsunami encaminhou todo o país e boa parte do mundo a um evento de extinção global. A mídia mundial silencia sobre o pior acontecimento catastrófico que a humanidade pôde e continuará testemunhando. A radiação matará milhões de seres humanos e bilhões de seres vivos. É uma catástrofe sem precedentes. Se não fosse a loucura sionista que só visa lucros, seria o maior acontecimento do ano, da década, e do século. No entanto...


No campo econômico foi desenvolvido, e ainda está em curso, um projeto de empobrecimento mundial cujo foco é a Europa. Os mesmos globalistas que criaram o euro como moeda européia, agora tratam de destruí-lo, provocando sofrimento, dor, e o controle de países como a Grécia, a Itália e, em breve, a Espanha.


Esse plano maquiavélico é a ante-sala da guerra Israel-Irã tão ansiosamente desejada pelo sionismo. Os movimentos na Síria, na mesma onda “primaveril”, criam incidentes que são manipulados pelos EUA, Inglaterra, França, Israel, Alemanha, Rússia e China. Todos se atacam e se ofendem. Obama, o prêmio Nobel do cinismo e do pacifismo, articula com Israel provendo este país de tecnologia militar, ao mesmo tempo que cultiva ilusões islâmicas no Oriente Médio. A guerra de pretextos sempre precedeu a guerra de verdade. Todos estes países se encaminham para uma guerra planejada há muitos anos. O sionismo americano de Wall Street e do Congresso está muito próximo de atingir seu objetivo, isto é, lucros fabulosos por emprestar dinheiro a todos os lados do conflito.


No Brasil, 2011 foi um ano perdido. Uma presidente fantoche, comunista, incompetente, empregada doméstica da Nova Ordem Mundial, com a roupa toda suja de lama, tenta enganar os brasileiros dos quais ela arrancou um trilhão de reais em impostos. Eu disse um trilhão de reais em impostos! Para isso emburreceu o povo, deixando-o sem reação. Atingimos os piores níveis em saúde, educação e segurança. O Brasil foi arrendado pela FIFA para a fantasia de 2014. Enquanto isso o governo faz acordos com criminosos do narcotráfico, e o STF, se esmera em ficar cada vez menor.

E olha que muita gente acreditava que o fim seria em 2012!

Que venha o 2012!

sábado, 17 de dezembro de 2011

A TRAGÉDIA DO PARACETAMOL


http://www.dailymail.co.uk/health/article-2074354/Desiree-Phillips-paracetamoll-overdose-Mother-20-dies-taking-extra-pills.html







"MÃE SOLTEIRA DE 20 ANOS MORRE DE TANTO TOMAR PARACETAMOL PARA UMA DOR SEVERA PÓS-CIRÚRGICA".

MEUS COMENTÁRIOS

O PARACETAMOL É 50 VEZES MAIS PERIGOSO DO QUE A DIPIRONA. A DESINFORMADA CLASSE MÉDICA MUNDIAL, NO ENTANTO, SÓ VÊ MAL NA DIPIRONA. A FORMAÇÃO MÉDICA É ORIENTADA A RECEITAR SOMENTE PARACETAMOL, ESPECIALMENTE EM CRIANÇAS. TAMBÉM FOI CRIADO O MITO DO "PAIN KILLER", DO PARACETAMOL MATADOR DA DOR. ISTO É FALSO. A MERA EXPERIÊNCIA REVELA QUE ISSO É FALSO: O PARACETAMOL É UM PÉSSIMO ANALGÉSICO.

O PARACETAMOL É ESPECIALMENTE PERIGOSO, E ÀS VEZES MORTAL, EM CRIANÇAS PEQUENAS. ENTRE ESTAS, O PERIGO É DOBRADO NOS NENÊS PREMATUROS RECÉM VACINADOS.

VOCÊS SABEM O QUE É, E O QUE FAZ O GLUTATION?

O GLUTATION É UM QUELANTE, UMA SUBSTÂNCIA QUE AGARRA OU SE GRUDA NOS METAIS QUE ESTĀO EM EXCESSO NO SANGUE OS ELIMINANDO DO CORPO (QUELAÇÃO).

O GLUTATION É ELIMINADO OU SEVERAMENTE REDUZIDO PELO ANTAGONISTA PARACETAMOL.

LOGO DEPOIS DE UM RECÉM-NASCIDO OU UMA CRIANÇA DE ATÉ 2 ANOS RECEBER UMA DOSE CAVALAR DE MERCÚRIO (TIMEROSAL), ESSE METAL NEUROTÓXICO NÃO SERÁ ELIMINADO DO CORPO, INDO, PELO CONTRÁRIO, DEPOSITAR-SE NO CÉREBRO, ACUMULANDO UMA NEUROTOXINA QUE PROVOCA FEBRE – AS MÃES EM DESESPERO PROCURAM AJUDA MÉDICA E A RECEITA FATAL QUASE SEMPRE É A MESMA: PARACETAMOL (TYLENOL). ASSIM, NO MOMENTO MAIS IMPORTANTE EM QUE O GLUTATION PODERIA REMOVER ESSE TÓXICO, ELE É PREJUDICADO PELO PARACETAMOL.

MUITAS REPETIÇÕES DESSE INCIDENTE PODEM SE DAR DURANTE A PRIMEIRA INFÂNCIA NAS QUAIS O PARACETAMOL PARTICIPA INVARIAVELMENTE.

O PARACETAMOL É HEPATOTÓXICO EM 100% DAS VEZES.

O GLUTATION É PRODUZIDO AOS POUCOS PELO FÍGADO ENQUANTO ESTE ÓRGÃO SE DESENVOLVE, PROMOVENDO A LIMPEZA DE METAIS PESADOS DO CORPO. UM NENÊ PREMATURO É ESPECIALMENTE PREMATURO NO QUE RESPEITA AO FÍGADO. INTRODUZIR MERCÚRIO, ALUMÍNIO, E OUTROS METAIS NEUROTÓXICOS EM UM ORGANISMO INFANTIL E COM UM FÍGADO IMATURO, EXIGIRÁ UM GRANDE ESFORÇO DO GLUTATION QUE DEVERIA ESTAR EM QUANTIDADES NECESSÁRIAS E SUFICIENTES NO FÍGADO. ORA, O PARACETAMOL ROUBA O ESCASSO GLUTATION DE UM FÍGADO PREMATURO. NÃO RESTA MAIS NADA DA DEFESA NATURAL.


EM 2008, 22 NENÊS, NA MAIORIA PREMATUROS, MORRERAM NAS UTIs DO RIO DE JANEIRO POR OVERDOSE DO PARACETAMOL RECEITADO PARA BAIXAR A FEBRE EM MEIO A UMA EPIDEMIA DE DENGUE.

NO MUNDO FOI CRIADA UMA PRAXE ASSASSINA DE SE FAZER A VACINA ANTIHEPATITE B NO PRIMEIRO DIA DE VIDA DE UM RECÉM-NASCIDO.

E SE ELE FOR PREMATURO? PODERÁ MORRER E PROVAVELMENTE FALARÃO E DIAGNOSTICARÃO "MORTE SÚBITA".

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

O MUNDO SEM CÂNCER.








 



 

Há alguns meses circula na web este vídeo, no original, e em inglês. Agora, o mesmo vídeo em português, oportunidade única para que o grande público interessado neste assunto possa ter alguns conhecimentos sonegados à humanidade há pelo menos seis décadas, já traz uma pequena retratação. Uma grande culpa está sendo mitigada por estes punhados de dados verdadeiros, embora insuficientes e temeroso de abrir todo o dramático jogo da vida contra a morte.

O câncer têm cura? Não tem, até pelo conceito de câncer como doença carencial crônica. Mas há salvação com números superiores aos da quimiterapia e radioterapia, sós, ou associadas.

Mas vejamos essa história dramática onde o câncer não é tão maligno quanto a ciência que o oculta. Já conclamo à sociedade científica honesta, abnegada, que continua correndo os riscos e os "azares" de sempre, a rever posições. Precisamos rever o status moral dessa ciência. É a nossa vida que está em jogo.


O texto do vídeo.


1. Todas as pessoas têm células cancerosas no corpo. Estas células não aparecem nos testes-padrão até que tenham se multiplicado e atingido o número de alguns bilhões. Quando os médicos dizem aos pacientes de câncer que não há mais células cancerosas nos seus corpos depois do tratamento, isto quer apenas dizer que os testes são incapazes de detectar as células cancerosas porque não atingiram o número detectável.






2. Células cancerosas ocorrem de 6 a mais de 10 vezes ao longo da vida das pessoas.






3. Quando o sistema imunológico da pessoa está forte, as células cancerosas são destruídas e impedidas de se multiplicar e formar tumores.






4. Quando uma pessoa tem câncer, isto indica que ela tem múltiplas deficiências nutricionais. Estas podem ser decorrentes de fatores genéticos, do meio ambiente, da alimentação e do estilo de vida.






5. Para superar as múltiplas deficiências nutricionais, mudanças na dieta e a inclusão de suplementos fortificarão o sistema imunológico.






6. A Quimioterapia envolve o envenenamento das células cancerosas de rápido crescimento e também a destruição das células saudáveis também de rápido crescimento da medula óssea, do trato gastrointestinal etc, e causa danos a órgãos como o fígado, os rins, coração, pulmões, etc., por acabar de vez com as defesas imunógicas.






7. A radiação, enquanto destrói células cancerosas, também queima, deixa cicatrizes e danifica células sadias, tecidos e órgãos.






8. Os tratamentos iniciais com quimioterapia e radiação freqüentemente reduzirão o tamanho do tumor. Contudo, o uso prolongado da quimioterapia e da radiação não resultará em maior destruição do tumor.






9. Quando o corpo tem uma carga muito grande de toxinas da quimioterapia e da radiação, o sistema imunológico é ou comprometido, ou destruído. Em conseqüência a pessoa pode sucumbir por várias espécies de infecções e complicações.






10. Quimioterapia e radiação podem ocasionar mutações nas células cancerosas, tornando-as resistentes e difíceis de destruir. A Cirurgia também pode espalhar as células cancerosas para outros lugares.






11. Um meio eficaz de combater o câncer é fazer as células cancerosas passarem fome, não lhes dando os alimentos de que necessitam para se multiplicar.






AS CÉLULAS CANCEROSAS SE ALIMENTAM DE:






1. O açúcar é um alimentador de câncer. Ao eliminar o açúcar é cortada uma importante fonte de alimentação para as células do câncer.






Substitutivos do açúcar como Nutra Sweet, Equal, Spoonful, etc, são feitos com Aspartame, que é altamente prejudicial. Um substituto natural melhor seria mel Manuka ou melado, mas somente em pequenas quantidades. Sal de mesa tem uma substância química adicionada para lhe dar a cor branca. Melhor alternativa é o sal marinho.






2. O leite faz o corpo produzir muco, especialmente no trato gastro-intestinal. O câncer se alimenta de muco. Cortar o leite, e substituí-lo por leite de soja sem açúcar faz com que as células do câncer morram de fome






3. As células de câncer prosperam em ambientes ácidos. Uma dieta a base de carne é ácida e é melhor comer peixe e galeto em vez de carne de vaca ou de porco. Carne bovina também contém antibióticos para o gado, hormônio do crescimento e parasitas, que são prejudiciais, especialmente para pessoas com câncer.






4. Uma dieta com 80% de vegetais frescos e sucos, grãos integrais, sementes, nozes e um pouco de frutas ajuda a colocar o corpo num ambiente alcalino. Cerca de 20% destes alimentos podem e devem ser pouco ou nada cozidos, inclusive feijões. Sucos de vegetais frescos proporcionam enzimas ativas que são facilmente absorvidas e descem até o nível celular dentro de 15 minutos para nutrir e estimular o crescimento das células sadias. Para obter enzimas ativas para formar células sadias experimente e beba sucos de vegetais frescos (a maioria dos vegetais inclusive brotos de feijão) e coma alguns vegetais crus 2 ou 3 vezes ao dia. As enzimas são destruídas a temperatura de 40º C (104° F). Enzimas são proteínas, e como estas se desnaturam longe da temperatura biológica.






5. Evite café, chá e chocolate, os quais contêm muita cafeína. Quanto à água - é melhor tomar água purificada, ou filtrada, para evitar toxinas conhecidas e metais pesados da água de torneira. Água destilada é ácida, evite-a.






6. A proteína da carne é de difícil digestão e exige um monte de enzimas digestivas. Carne não digerida ao permanecer no intestino apodrece e conduz a um aumento das toxinas. Essas enzimas são a quimiotripsina e a tripsina, ambas fabricadas pelo pâncreas. O pâncreas é chave para a destruição das células cancerosas.






7. As paredes das células cancerosas têm uma cobertura de proteína dura. Evitar, ou comer menos carne, libera mais enzimas para atacar as paredes de proteínas das células cancerosas e isso possibilita que as células matadoras do corpo (leucócitos) destruam as células cancerosas. Os cancerosos devem evitar as proteínas de origem animal - carnes, e leite, em particular, e seus derivados - yogurt, queijo, manteiga.






8. Alguns suplementos constroem o sistema imunológico por possibilitar que as células matadoras do próprio corpo destruam as células cancerosas. Outros suplementos, como a vitamina E, são conhecidos por acarretar apoptose, ou seja morte programada de células, método normal do corpo de desfazer-se de células danificadas, indesejadas ou desnecessárias.






9. O câncer é uma doença da mente, do corpo e do espírito. Um espírito preventivo e positivo ajudará o lutador contra o câncer a ser um sobrevivente. A ira, o não perdoar e a amargura colocam o corpo num ambiente de tensão e acidez. Aprenda a ter um espírito amoroso e de perdão. Aprenda a relaxar e desfrutar da vida.






10. As células cancerosas não prosperam em um ambiente oxigenado. Exercícios diários e respiração profunda ajudam a proporcionar mais oxigênio para o nível celular. A terapia com oxigênio é outro meio empregado para destruir células cancerosas. A ozonioterapia (O3) é uma opção válida.




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O que a Johns Hopkins ainda não disse, mas muito se aproximou de dizer, é o nome dos suplementos ou das vitaminas. Ainda há por parte desta instituição afamadíssima um medo de falar em VITAMINAS. Além disso, o conceito de câncer como uma doença carencial, metabólica e crônica, não foi expresso. Mas eu o expresso. O câncer é uma manifestação potencial, isto é, todos nós nascemos e morremos com células cancerosas. Quando as condições imunológicas enfraquecidas se apresentam, é chegada a hora do tumor. A medicina tradicional, isto é, aquela que é tutelada, sustentada e prisioneira da indústria farmacêutica, fala em câncer quando detecta um tumor em determinado órgão. A medicina tradicional (desde 1925 sob o domínio dos Rockefeller e sua rede de indústrias e escolas de medicina) ignora a causa mais palpável, mais clara e insofismável do câncer.






Quando nos libertamos dos conceiros criados a partir de 1925 ficamos abertos para reconhecer o câncer como uma doença tão carencial, tão faltante de uma vitamina especial, como as que acontecem em outras doenças carenciais. A Pelagra e o Escorbuto são resultados respectivamente da falta da Vitamina B3, a niacina, e da Vitamina C, o ácido ascórbico. Essas doenças não são infecciosas nem transmissíveis como se pensava até os anos 40 do século passado, são carenciais. É impossível legar sistemas imunológicos, debilitados ou não. 






O resultado desta aparente ignorância é que as vitaminas são mal vistas ou subestimadas pela classe médica em geral. O poder da indústria farmacêutica sobre as escolas de medicina e a mídia em todo o mundo é assustador. Atualmente o Big Pharma está conseguindo impedir o livre acesso da humanidade às vitaminas e aos micronutrientes, como o magnésio, o selênio, o manganês. Se liberados, ficarão disponíveis em doses reduzidíssimas, subclínicas. Isto está sendo feito de propósito. As ervas e a sabedoria do seu uso ficarão proibidas. Se tornarão como os tóxicos ou as drogas. Uma camomila será mais criminosa e perigosa que a cocaína. No Brasil saem as vitaminas e entram as drogas. Procure saber o que é o Codex Alimentarius.






Procurem ver no Google VITAMINA B17, ou Laetrile. Ignore a desinformação ali contida - o Google permite a versão puxa-saca do “quack”, do “hoax”, para afastar o leitor dos dados reveladores. Ele é parceiro do poder combinado do Big Pharma, da mídia e das Escolas "Tradicionais" de Medicina. O conhecimento da língua inglesa seria essencial ao correto entendimento do mecanismo de destruição das células cancerosas pela Vitamina B17 ou nitrilosídeos, assim como o mecanismo das enzimas pancreáticas. Há milhares de publicações, textos, trabalhos, na internet. É claro que exige-se um pouco de conhecimento sobre biologia, química, física, e medicina, também.






Saibam que o câncer, como um fungo, odeia oxigênio. O câncer obtém energia para seu desenvolvimento avassalador através da fermentação, que é um método anaeróbico, isto é, onde não há oxigênio. Por isso, evite comer e beber, ou evite o contato com substâncias que produzem radicais livres. Estes "agarram" todo o oxigênio livre que encontram, reduzindo-os. Assim o câncer fica livre do oxigênio e prospera. Por isso, evite metais tóxicos como o mercúrio (encontrado nas vacinas brasileiras), o alumínio (também nas vacinas), lítio, e todos os metais não quelados pelo organismo.






Aspartame (adoçante), e o glutamato (acentuador de sabor dos alimentos), são neurotoxinas terríveis, porém são encontradas em mais de 6.000 ítens de alimentação das crianças. Consultem os pediatras e fique de boca aberta com a ignorância da maioria. O aspartame se torna em 10% metanol, um álcool venenosíssimo, e que ainda permite mais uma reação que o transforma em  formaldeído. O próprio metanol pode lesionar o nervo ótico de maneira irreversível; continuar com ele leva à morte. Será que a presidente Dilma sabe disso?






Coma as sementes amargas das frutas - pêssegos, damascos, ameixas, frutinhas vermelhas, uvas, etc. Lá estão os nitrilosídeos ( Vit. B17).






O câncer não tem cura. O câncer tem tratamento. O indivíduo que tiver um tumor maligno lutará todos os dias de sua vida contra ele. Se o fizer da maneira correta, consumindo nucleosídeos (vitamina B17) e conjunto com outras vitaminas e micronutrientes, suas chances de sobrevivência aumentarão entre 40 a 80% contra os criminosos números da quimioterapia e radioterapia, combinadas ou não: 3%!






Sabe-se também que comer nitrilosídeos todos os dias desde a infância proporcionaria uma proteção blindada contra o câncer da ordem de mais de 80%!






Lembre-se da grande lição da natureza: não se obtém cura de doenças por meios que sejam estranhos à experiência biológica do ser vivo.






Quimioterapia é veneno. O primeiro quimioterápico foi usado na Primeira Guerra Mundial como arma biológica - era o gás de mostarda, ainda usado hoje em dia pelos oncologistas. A mostarda nitrogenada não pertence à experiência biológica dos seres vivos. Quanto aos mamíferos, o esgoto nitrogenado servido, no extremo é incompatível com a vida.






A radiação ionizante (não a de partículas), encontrada em níveis infinitamente pequenos, de uma origem cósmica da qual não podemos escapar, pertence à memória do seres vivos desde há milhões de anos neste planeta. Dessa radiação cósmica, se costuma dizer que é igual a encontrada em uma banana. Mas as doses "terapêuticas" (terrorpêuticas) que os pacientes com câncer recebem são centenas de milhares de vezes maiores, muitíssimo longe da "dose banana" inofensiva. Da radiação elevada só podemos falar em queimaduras venenosas, dores terríveis e a morte, do tumor e seu dono.






Mas como já aprendemos, tumor não é câncer; câncer não é o tumor. Os oncologistas do establishment comemoraram que o câncer do ex-presidente Lula diminuiu 70% dos 3 cm que tinha antes do "tratamento". Mesmo que desapareça todo pelo envenenamento e a queimadura radioativa (se vier a fazer), ainda assim o Lula continua com o câncer de laringe, e se candidatará a outros por toda a sua vida. Seu sistema imunológico foi destruído. É refém de uma combinação química infernal. Como muitas vacinas, a quimio é repetida, repetida, até que não pode ser mais. Por quê? Porque qualquer dose ulterior não matará mais células malignas senão matando o paciente. 3%!






São três os principais fatores do desequilíbrio imunológico e neuroimunológico: as vacinas nos primeiros anos de vida; os alimentos com conteúdos tóxicos; e remédios e doenças, todas inventadas pela civilização moderna.






Ainda existem os fatores genéticos que localizam, que determinam o lugar do câncer. Não sendo sua causa. São assim as substâncias ditas cancerígenas que a mídia em altos brados orgulhosamente gosta de usar, como o formaldeído, encontrado nas vacinas das criancinhas.






O foco que não podemos perder é que o câncer, qualquer que ele seja, é uma doença carencial (falta do consumo da vitamina B17), crônica e metabólica. Essa falta é o liame mais estreito que temos com a natureza. Perdemo-no há tempos quando evoluímos para um sistema biológico alheio aos princípios da boa saúde. Os freios e os contrapesos da mudança antropológica o provam.






Uma última nota sobre o pâncreas e seu papel na destruição das células cancerosas. Não quero aqui enveredar pela bioquímica médica, mas este órgão é o único produtor das enzimas proteolíticas (que destroem proteínas) no momento do desequilíbrio ou no equilíbrio, no exato momento que o câncer começa levar a melhor. No começo embrionário da nossa vida, o crescimento e a reprodução acelerada das células trofoblásticas (de trofo = trofein, do grego, que significa nutrir; e blasto, a massa celular específica) é o fato celular mais notável. Parecem-se ao crescimento rápido do tumor maligno, aquele onde preponderam as células cancerosas.






O estrogênio é o causador deste crescimento rápido. Em adultos, homens ou mulheres, quando há grande atividade estrogênica pode-se suspeitar de um tumor em fase rápida de crescimento






Mas esse comportamento frenético cessa subitamente às 8 semanas de vida do feto. Por quê seria? Porque é neste momento que o pâncreas e suas enzimas iniciam seu trabalho proteolítico. A quimiotripsina e a tripsina detêm as células que crescem rápido, como o câncer e o tecido trofoblástico. O trabalho enzimático das enzimas pancreáticas é destruir a camada protéica protetora das células cancerosas, permitindo que as células "matadoras" entrem na intimidade do tumor. É por isso que quem " está" com câncer não deve comer proteínas de origem animal porque estas desviam a quimiotripsina e a tripsina para o trabalho proteolítico.






Mas antes disso, a presença dos nucleosídeos já envenenou o tecido maligno. A golpes de HCN, uma molécula de ácido ciânico, e seu sal cianeto, venenos terríveis, que em contato com o sangue onde campeiam tais células malignas, se tornam inofensivos, mas a célula cancerosa começa a morrer. O câncer morre de fome.






Vejam também o vídeo THE WORLD WITHOUT CANCER ( de onde fiz o título no grog) no YOUTUBE. Está em inglês, mas as imagens ajudam muito o entendimento.




terça-feira, 15 de novembro de 2011

OS CICLOS DA MORTE





O Primeiro Ciclo: As Vacinas e a Degradação do Sistema Imunológico por Metais Tóxicos




 

O primeiro ano de vida do ser humano moderno se tornou incrivelmente perigoso. Longe da proteção do ventre materno, onde havia paz e segurança, mesmo diante da fome, e de outras doenças, os bebês da Nova Era lutam para sobreviver às toxinas metálicas incluídas nas vacinas. O mercúrio (timerosal) é inoculado criminosamente nas vacinas que as mulheres grávidas são instadas, induzidas, e constrangidas a fazer por pseudo-autoridades médicas, quase 100% comprometidas com a indústria farmacêutica e por profissionais desavisados e indiferentes. O perigo é grande e mortal para o feto.

Ao nascer, no seu primeiro dia, os bebês são envenenados com a vacina “contra” a hepatite B, doença que só acomete adultos de vida sexual promíscua ou viciados em drogas injetáveis. Não há a menor possibilidade que uma criança, muito menos recém nascidos, venha a adquirir tal doença. Afinal, durante a gestação materna é feita de rotina sorologia anti-hepatite B (HbsAg3). Se ainda os recém nascidos de mães portadoras deste vírus fossem os vacinados, ainda se entenderia. Mas não é este o caso – mães não reagentes para este vírus têm seus filhos vacinados inexoravelmente. E isto é só o começo do calvário venenoso. Nos Estados Unidos, até os dois anos de vida uma criança recebe 22 vacinas, e este número tende a aumentar.

Além do mercúrio (o timerosal), ainda há o alumínio, muito mais tóxico. Está provado que o vírus do sarampo inoculado em um inocente a partir dos nove meses fica presente por anos no seu intestino onde provocará posteriormente doenças gravíssimas. O autismo está fortemente ligado à vacinação MMR (sarampo, rubéola e caxumba), a qual contém alumínio que é 100 vezes mais tóxico do que o mercúrio. Citei apenas dois exemplos desse crime continuado contra a humanidade. Fecha-se o primeiro ciclo da morte.



O Segundo Ciclo: os açúcares artificiais, o aspartame e o glutamato.







O açúcar ficou caro no mundo moderno. É mais barato, e rende muitíssimo mais para a industria, usar a frutose de alto teor extraída do milho, cujas partes melhores e mais nobres, como vitaminas e minerais essenciais à saúde à a vida humana, são desprezadas em troca do amido, fonte da lucrativa frutose. O consumo diário desse adoçante criminoso que contém ppb de mercúrio muito além do permitido, e adoça vinte vezes mais do que o açúcar comum, leva o pâncreas a esgotar a sua insulina, deixando o indivíduo diabético ainda na juventude. O fígado logo pifará. A degeneração vascular que se seguirá levará ao dano do aparelho circulatório: infarto e derrame.

Esse diabete que se forma arrastará seu dono ao risco vascular e seus órgãos, o coração e o cérebro, culminando no infarto e no derrame, não raramente antes dos trinta anos, e com muita intensidade, em uma escala muito maior do que a representada pelo colesterol e os triglicerídios. O mito do colesterol, pacientemente construído e preservado, agora está com os dias contados, embora a esmagadora maioria dos médicos ainda acredite neste mito. Pior ainda, os pacientes acreditam nele. Anos e anos de propaganda midiática fez as pessoas exigirem que seus médicos lhes peçam exames de colesterol e suas frações e triglicerídios. Afinal, lhes deram direitos de exigir tais exames, e os médicos, no mais das vezes, educados nas faculdades da indústria farmacêutica, têm o maior prazer em concordar com seu desejo/direito. Não sabem todos que estão sendo enganados, pacientes e médicos. A doença cardio-vascular começa pelo uso continuado de anos de ingredientes venenosos à saúde. O aspartame, que adoça vintes vezes mais do que o açúcar comum, é um neurotóxico, uma excitotoxina cerebral, capaz de levar a dano irreversível os neurônios de crianças previamente intoxicadas com mercúrio, alumínio, formaldeido, etc. Desconhecem os médicos e a população inteira que o aspartame se decompõe quimicamente em 10% de metanol. Este álcool é extremamente venenoso. Com pequenas doses de cachaça feita com este álcool, o mesmo combustível usado nos carros de corrida, o indivíduo poderá ficar cego. Com doses maiores a morte é certa. Mas não pára por aí: o metanol se transforma em formaldeído, um produto sabidamente cancerígeno, usado para conservar cadáveres. A indústria de alimentos e bebidas sabe disso. No entanto, continuam com licença para matar e envenenar. O órgão americano que controla os remédios e as vacinas assassinas é o mesmo que controla as comidas e as bebidas. Pois este órgão, o FDA, serve para agradar a indústria acobertando o crime monstruoso.

Contem as crianças-zumbis que não se alfabetizam, que têm convulsões, déficits de atenção, autismo, e comportamento quase marginal, e vocês terão a colheita desse ciclo de morte e doenças. Seis mil ítens desses venenos industriais estão nas prateleiras dos supermercados, nos bares e restaurantes no mundo todo. Não é de admirar que haja tantas crianças e adultos jovens com estes distúrbios. Mas a indústria desse ciclo tem tratamento para ele: mais drogas que agem sobre cérebros já danificados desde o nascimento.




 
O glutamato, um acentuador de sabor, capaz de dar gosto de churrasco a uma batatinha frita, é outro tóxico que tem a permissão da FDA e da OMS, ou de qualquer autoridade de qualquer país, para ser vendido sem nenhuma restrição ou advertência. A população mundial não sabe que está sendo exposta a doenças graves e mortais advindas do açúcar da frutose de milho, do aspartame, e do glutamato de sódio. Quem avisa, como eu, ainda é chamado de conspiracionista ou charlatão.


            O Terceiro Ciclo: O Câncer e sua Indústria da Morte






A população mundial já percebeu que o câncer aumentou muito nos últimos anos. Entretanto, a mentira médica acadêmica nega, dizendo que aumentaram os meios de diagnóstico. Porém, esquece ela de dizer que entre tais meios estão o Rx, a tomografia computadorizada, a mamografia, a cintilografia, todos eles indutores de câncer dependendo da dose de radiação administrada. Ainda omitem o fato arrasador que a radioterapia, ou a quimoterapia, especialmente se juntas, matam mais do que o próprio câncer.



Aqui é necessário uma observação crucial: o próprio conceito de câncer. A população mundial ainda trabalha com o conceito de câncer que aprendeu das escolas de medicina. Segundo o conhecimento geral e consolidado, a “ciência” e a indústria do câncer trabalham com o conceito de tumor, isto é, uma massa que contêm mais ou menos células malignas, para a qual o único tratamento é fazer desaparecer ou diminuir o tamanho do tumor. Ora, o câncer não é o tumor. Este é a sua expressão final, visível, palpável, para a qual uma droga venenosa para o corpo todo é administrada com o intuito de terminá-lo. Nada mais equivocado ou criminoso. A leucemia não é tumor mas é câncer. O câncer é uma doença de vida inteira, sem cura, para qual devemos lutar o tempo todo, mas com medidas não suicidas para o indivíduo. Daí nasceram as estatísticas manipuladas da sobrevivência ao câncer; melhor seria dizer, sobrevivência à quimioterapia ou à radioterapia.

Entre os verdadeiros cientistas é um consenso que o câncer não pode ser curado por meios estranhos à experiência biológica da espécie. A radiação, por exemplo, não pertence à experiência biológica humana. Esperar que alguém se cure, ou pelo menos sobreviva depois da exposição maciça a alguma radiação ionizante, ou na presença permanente de um radionuclídeo introduzido em meio a um tumor (braquiterapia), é uma fantasia perversa. Por que se faz isso, então? Siga o dinheiro e você achará a resposta. Procure pelos lucros do Big Pharma e da indústria nuclear e você achará a resposta. Quanto custa um laudo, ou um parecer de algum PhD alinhado à indústria da morte?


O câncer como doença de vida inteira é provocado pela perda do equilíbrio imunológico produzido por tóxicos mortais encontrados e nas vacinas, nos remédios ruins, embora populares, nas comidas e nas bebidas venenosas, e nos poluentes do ambiente. Mas a indústria do câncer, dos remédios, e dos alimentos, prefere disfarçar inventando falsos problemas, como o aquecimento global, por exemplo. Mesmo que esta mentira já tenha sido revelada, outras manobras diversionistas estão em curso. Nenhuma delas, no entanto, toca no essencial, qual seja, o envenenamento proposital da humanidade com o aval da “ciência”, da “medicina”, das instituições de “saúde”, verdadeiros agentes do câncer. Aí já estamos diante de um caso de polícia.


Mas que não se pense que tudo está perdido. O verdadeiro médico e o verdadeiro cientista sabem quais medidas são salvadoras. Mas, massacrados por uma mídia cúmplice do Big Pharma, da Indústria do Câncer, e da Indústria dos Alimentos, eles mal conseguem sobreviver. Vivem fugindo de processos judiciais, de ameaças, interdições e perseguições, e de todo o tipo de ridicularia que partem dos seus próprios pares. O que move o verdadeiro médico e cientista é o amor pela humanidade. Eles não esperam e não contam com a diminuição da população do planeta; não pretendem o extermínio em massa de 6.500.000.000 de homens, mulheres e crianças. A natureza é seu maior aliado. Quão distantes dela estão os que enriquecem nas indústrias da morte.





























sábado, 5 de novembro de 2011

REMÉDICOS E DESALIMENTOS


Estranharam os neologismos? Certamente. Mas eles fazem sentido cada vez mais, porque cada vez mais os médicos se afastam do princípio hipocrático do primum non nocere (primeiro não produzir dano), por arriscar a vida e a saúde dos seus pacientes com remédios dos quais sabem muito pouco, e por não reconhecer os alimentos danosos à saúde. Por isso chamo de remédicos aos receitadores frenéticos, abusados e inconseqüentes que ignoram ou fecham os olhos aos perigos provenientes do Big Pharma, o grande negócio da indústria farmacêutica. À grande indústria alimentar, pelo uso de químicos nocivos à saúde, eu chamo desalimentar.



No consultório do Dr. Remedicus



– A Paciente: Dr., fui recomendada por uma amiga a vir aqui.

– Dr. Remedicus: Muito obrigado pela preferência. Tenho uma novidade

para a Sra.

- A Paciente: Qual, Dr.?

- Dr. Remedicus: Um remédio novo, recém chegado dos Estados Unidos. É para a sua depressão.

- A Paciente: Mas eu não tenho depressão, Dr.

- Dr. Remedicus: Isso não tem importância, o novo remédio serve para qualquer desconforto mental. É um remédio caro. Tem muita gente tomando.

- A Paciente: Então o Sr. me receite. Vou contar para as minhas amigas. Elas vão morrer de inveja.


Este diálogo é muito mais freqüente do que se imagina. Afinal, o Dr. Remedicus acaba de voltar dos EUA com todas as despesas pagas pela indústria farmacêutica, onde ficou sabendo da última novidade. É lógico que ele quer saber como o remédio funciona, se é que funciona, para vender o máximo possível. Da próxima vez o congresso é no México, e o Dr. Remedicus nunca foi à terra dos astecas. Nada mais natural então do que receitá-lo para quem espera justamente por isso. A fome se junta à vontade de comer.

Depois, com uma “pequena” ajuda da mídia, o novo e caro remédio logo se populariza e até se generaliza, ficando mais barato. Mas, sem nenhum stress e sem perda de tempo o Big Pharma encontra nova droga cara e começa tudo de novo. Pelo mesmo mecanismo são criadas doenças novas a cada década, ou melhor dizendo, doenças velhas que são reinventadas ou renominalizadas. Este termo também é moderno. A roda, inventada de novo, a desroda, dá lucros fantásticos e garantidos E temos câncer, diabete, depressão, "síndrome do pânico”, reumatismo, pressão alta, etc, cada vez mais.

Se anos depois o remédio em questão for retirado do mercado por apresentar perigos grandes ou mortes (algo que até a FDA não recomenda mais, mas que um dia poderá voltar a ser liberado por ela própria), isso não tem a menor importância para o fabricante, nem para o médico que o receitou, porque os temores de ambos (que nem eram tão grandes assim) desapareceram, e agora já miram outras fontes de lucro e outros fantasmas inexistentes que, de tempos em tempos, assombram pacientes ansiosos e receptivos por sustos novos, por um novo remédio, uma outra nova panacéia do nosso tempo.


Esse ciclo é realimentado constantemente pela indução ao consumo de remédios, vistos como a única arma contra as doenças, e pela prática das Faculdades de Remedicina em todo o mundo. Estas são muitas, e tanto mais famosas quanto mais modernas. São “achadoras” de novas teses ou novas teorias remédicas e pseudocientíficas que redundam sempre em mais e mais remédios. Medicina, nesta ótica, ou Remedicina, como a chamo, teve este paradigma estabelecido no início do século XX por intenção dos Rockefeller, patronos e mantenedores da cultura médica e da indústria de remédios e vacinas nos Estados Unidos. Ninguém pode escapar de um ciclo tão perfeito, tão poderoso, tão “obrigatório”. Todo laboratório tem a seu serviço remédicos PhD sempre prontos a vender suas teses de apoio ao Big Pharma. O campo mais fértil dessa safadeza é o das vacinas. Quanto vale um laudo, ou um parecer favorável ao Big Pharma diante de um tribunal? Cinqüenta mil dólares, uma indicação para o board da Faculdade Remédica de Harvard ou Stanford? Depende da indústria. Tem sido assim há décadas. Haja tanto Prêmio Nobel de Remedicina. O inventor do HIV vira descobridor da AIDS e leva o caneco máximo.


Outro ciclo venenoso é a indústria dos desalimentos que representa a ciência antinatural e anti-humana, que ajuda a indústria ávida por lucros bilionários, a qual desalimenta a população mundial com verdadeiras drogas (na acepção negativa comum da palavra). O conjunto da remedicina e dos desalimentos forma ou formata as sociedades no sentido da doença e da morte. Por exemplo, que segurança poderíamos ter de um remédio doce, feito à base de alta frutose ou xarope de milho, se o remédio por si só é uma potencialidade perigosíssima para outras doenças muito piores do que a doença original? Quem desconfiaria de um remedinho doce? Neste exemplo, a comidinha doce aparece em 70% de todos os desalimentos

Somos envenenados diariamente pela indústria desalimentar. Comida lixo – junk food – não existe apenas nos restaurantes de fast food. Toda a indústria alimentar é desalimentar no sentindo em que estou empregando este neologismo. O MacDonald é toda a indústria alimentar. De fato, com os alimentos ruins ocorre a mesma coisa: produtos de uma indústria desenfreada e cega na sua ânsia de faturar com aquilo que é essencial à sobrevivência humana. Alimentos e ingredientes tóxicos, venenosos, e extremamente prejudiciais à vida humana e animal são ignorados pela classe médica na sua maioria e, por conseqüência, por toda a sociedade. Devido ao puro desconhecimento deixa-se de advertir os pacientes dos perigos do envenenamento alimentar. E isso é particularmente perigoso com as crianças. A medicina, a enfermagem, a biologia, a ecologia e a bioquímica que nos ensinam nas universidades omitem informações e abafam conseqüências há décadas; hoje já estão tão reféns de interesses econômicos e políticos quase insuperáveis, que não fazem nada para mudar de curso. Assim, milhões de estudantes em boa fé trabalham para a vitória da degradação ambiental e pela degeneração da espécie humana.

Mas o problema não se circunscreve apenas à indústria alimentar ou farmacêutica, porque há instituições governamentais nacionais e internacionais que sancionam esse crime, mesmo sabendo o que estão liberando, recomendando, e até obrigando à sociedade. Digo mais: essas instituições foram criadas exatamente para esse propósito. Refiro-me ao CDC de Atlanta (Center of Diseases Control and Prevention), a FDA (Food and Drug Administration), a ONU, a OMS, e outras agências com fins lucrativos e ideológicos que chantagiam políticos em todo o mundo para aprovar seus venenos e seus perigosos truques químicos usados nos alimentos e bebidas. Quase como regra os diretores dessas agências trocam de funções: saem da FDA, órgão regulador, e vão para a indústria farmacêutica, o fabricante do que deveria ser fiscalizado, e vice-versa; migram do CDC para a FDA, e assim por diante. O conflito de interesses é nítido, mais do que isso: escandaloso.

Sob este prisma negativo não temos salvação. A nossa luta é nossa mesmo, e ela só sairá vitoriosa pelo conhecimento que pudermos ter em nos protegermos e aos nossos entes queridos. A mídia, parte dessa história infeliz, as autoridades públicas e as instituições ad hoc não farão nada. Salvem-se quem puder e quem souber.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

O CÂNCER NO PETISTA



Mais uma vez nos defrontamos com um câncer petista. Êpa, câncer em um petista, e não o câncer petista. O câncer petista é matéria velha. Bom, vocês sabem do que estou falando.

Mal recebemos a notícia e Lula já está melhorando, e já sabemos que seu câncer tem agressividade média. Os outros morrem por querem.Vá você ter um câncer igualzinho a esse e você verá o que é bom para a tosse e a rouquidão! Um câncer em petista costuma ser curável; a quimioterapia é um desconforto passageiro, “como um resfriado forte”, e não um veneno mortal; a radioterapia, igualzinha a que o povo japonês está fazendo sem saber, não é tão ruinzinha assim, etc. O câncer em um petista de alto escalão como nunca se viu neste país tem bom prognóstico. Don’t worry! Já há um movimento para reformar o CID-10, a Classificação Internacional das Doenças. Os petistas inventaram e querem incluir o câncer benigno, N13.13. Nas partes em que consta a palavra dor, que ela seja substituída por desconforto, uma palavra mais politicamente correta como nunca houve neste país.

O câncer de petista tem bom prognóstico, e ele é diretamente proporcional ao escalão a que pertence seu dono: quanto mais alto na hierarquia, tanto mais bonzinho é o câncer – no limite, uma doençazinha como outra qualquer. Com o câncer da Dilma foi assim: a mídia petista e outras que se esforçam em sê-lo, já curaram o Dilmão em duas ou três sessões de jornalismo engajado ou no Jornal Nacional, via ocular. Mas não se enganem os pobres coitados que venham a ter um linfoma não-Hodgkin como o dela: penarão no inferno quimio e radioterápico como qualquer mortal enganado. Dá até para dizer: se você pegar um câncer, filie-se rápido ao Partido e você será um homem ou mulher cancer-free. Uma filiação precoce é altamente recomendável. Mas isso não vale para a Marta Suplicy e o Mercadante. Se um dia eles tiverem o mesmo desconforto passageiro do presidente Lula, que examinem bem a quimioterapia que estão lhe administrando, que se certifiquem se ela já foi usada antes em seres humanos.

Voltando ao câncer revolucionário, outra característica marcante é que ele é melhor tratado no Hospital Sírio-Libanês do que no Albert Einstein. Há aqui um claro preconceito ideológico ou uma afinidade ideológica insuspeita ainda à espera de uma melhor investigação. Chamem a divisão quimioterápica do Mossad, que sabe tudo de veneno.

Outra caracterização do câncer petista, e estendendo mais um pouco o espectro, um câncer latino-americano revolucionário e suprapartidário, é por excelência uma maravilhosa oportunidade para amolecermos nossos duros corações. O continente inteiro, e não somente Minas Gerais, fica solidário. Há exemplos fora do Brasil como o câncer do Fernando Lugo e o do Hugo Chàvez que emocionaram multidões, aumentando os votos do Partidão. A solidariedade comunista é sempre assim, mas o que espanta é a espontaneidade das manifestações – mesmo com as linhas telefônicas cortadas, ou a rede da internet caída, de repente, pipocam manifestações de FORÇA LULA, LULA É UM GUERREIRO, VAI VENCER MAIS ESTA, e assim por diante. Como é que eles se comunicam tão rápido?

Dos que são contrários ao Lula partem já na internet piadinhas infames sobre as seqüelas possíveis de uma cirurgia radical que deixaria o presidente mudo. Como ele se comunicaria sem a voz, sem saber escrever, e com um dedo a menos para a linguagem dos sinais? Eu não subscrevo isso, mas reclamo muito da publicidade enganosa da quimioterapia e da radioterapia. É o efeito colateral Lula mais danoso à saúde pública.


Por outro lado, ninguém se preocupa em saber quem está pagando os engomados de branco, os homens do resfriado quimioterápico do Sírio-Libanês. Também ninguém ainda perguntou quem são os advogados do Orlando Silva, acometido de outro câncer, muito freqüente em socialistas adeptos da foice e do martelo, o câncer da roubalheira.

E o SUS do povão para o presidente? Nem pensar para o câncer de algum companheiro. Não recomendamos o SUS, pois se trata de um caso especial, de um câncer especial, de alguém muito especial. Defender o Grande Timoneiro petista não é a mesma coisa do que defender um eleitor qualquer. Qualquer vítima brasileira de câncer sabe disso.

Mas, não devemos nos afastar do câncer principal lulista. O câncer da laringe, como todo mundo mais ou menos informado sabe, é causado pela combinação de álcool e fumo. A mídia, no primeiro dia, antes de ter curado o ex-presidente no Fantástico, chegou a falar no álcool como uma das causas. Mas já parou de falar. Fala em cigarros, charutos (cohibas cubanos), cigarrilhas e assemelhados, e silencia sobre o whiskey dele de cada dia; que o homem derrubava um Johnny Walker, ou um Passaport, ou um Black&White em cada viagem de avião e no solo. Se contarmos só as viagens, ou os dias viajando, dá mais de 400 garrafas em dois mandatos, sem falar nos vinhos “baratos” de procedência duvidosa, e nas canhas do tempo de pobre. Estavam todos encantados com aquela voz rouquenha – puro charme eleitoral, motivo de piadas e imitações – quem se preocuparia com esse esporte de levantamento de copos onde Lula foi medalhista de ouro? O Brizolla não quis esperar para ver a mídia envergonhada confirmar, pelo menos no primeiro dia, que seu patrão era um bebum.

Mas não pensem que eu estou secando o presidente. Os que me conhecem me perguntam loucos de curiosidade se eu estou satisfeito com a doença ou o incômodo (desculpem) do presidente. Logo respondo: não desejaria esse “incômodo” nem para o Lula. O que eu queria mesmo é que ele fosse a julgamento no Supreminho –: processado por corrupção, por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, remessa de dólares para o exterior, por ter destruído a Educação, a Segurança, a Saúde, etc, e muitos outros etc.

Te cura Lula, fica forte para o Tribunal dos homens, Lula!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Brasil, o País da Bola


                     BRASIL, O PAÍS DA BOLA


                   Tema de Redação do ENEM (tô aí)


 
Do Dicionário Aurélio. Você leva bola? Você dá bola? Você é do Partido da bola? O Partido da bola tem candidato para prefeito em Porto Alegre? Tem. E por que o Partido da Corrupção do Brasil não teria?




 
Agora falando sério, o partido da bola (gíria antiga de propina) é velho no Brasil, apenas agora é propriedade privada (que ironia, logo de quem não gosta da propriedade privada dos outros!) de um partido, o mais vermelho de todos. Mas não se iludam, o mais autêntico, e o mais antigo é o Partido Comunista Brasileiro, cuja especialidade stalinista eram os campos de concentração (o gulag) na União Soviética. Eles não eram atraídos por “bolas” – sua vocação mesmo era o ser humano, as cabeças humanas, tão incômodas para os comunistas stalinistas que eles matavam às pencas. E tiveram seguidores e apaixonados fãs aqui no Brasil: Jorge Amado, Luis Carlos Prestes, João Amazonas, a múmia Niemeyer, e os baba-ovos Chico Buarque de Holanda, para citar uns poucos.




 
A “bola” apareceu mais tarde quando o Partido Trotskista (PT) chegou ao poder no país inteiro a partir de 1988. Mas foi em 2003 que a “bola” cresceu. Lula e seus mensaleiros criaram ONGGSs, verdadeiras fábricas de dinheiro. Eu escrevi certo: ONGG - Organização Não Governamental Governamental. Foi uma festa. De repente, um país pobre criava milionários da noite para o dia. O fato estranho, entretanto, é que esses felizardos milionários, donos de ONGGs, tinham relações quase sexuais com determinados partidos de origem e vocação comunista A pasta do Ministério dos Esportes, criada pelo chefe da quadrilha, Luiz Inácio, virou propriedade feudal do PC do B que rapidamente multiplicou seus candidatos a detentores de cargos e mandatos. O Partido enriqueceu. A fórmula era fácil: funda-se uma ONGG para um companheiro com qualquer projeto que lembre esportes, futebol – e quem resiste a isso? -, e crianças carentes, e pronto, taí a verba milionária que jorra. Foi Lula que inventou o Ministério da Bola, uma fonte tão rica e corruptora quanto corrupta. Ela logo atraiu ladrões internacionais como o presidente da FIFA, que não teve nenhum prurido em se aproximar do sócio brasileiro Ricardo Teixeira, presidente da CBF, outro investigado.





 Assim criou-se a idéia da Copa do Mundo no Brasil: uma idéia que já nasceu superfaturada.




 

A corrupção aqui é endêmica, todos sabem disso, mas sabem disso principalmente os ladrões da FIFA. De repente, o Brasil sedia os jogos PanAmericanos e se postula para sediar a Olimpíada do Rio de Janeiro, onde a corrupção foi pacificada.





Parênteses: para quem não tinha percebido, ladrões pacificados e políticos pacificadores são lados da mesma moeda, ou gomos da mesma “bola”. Assim, o país da bola cresceu e ficou forte. Até é respeitado lá fora onde a bola é menos escassa e o juiz mais severo. Como se sabe, os europeus adoram o comunismo no país dos outros. É como aquela coisa da pimenta: nos olhos dos outros...




 

Extra, Extra: Foi demitido hoje de tarde o chefe da ONGG dos Esportes, com sede em Brasília na Esplanada dos Ministérios. Ainda não li a carta de demissão do chefe da bola, mas acho que não vou ler, não. Não quero que minha mulher me veja chorando de pena daquele homem inteiramente dedicado à bola, com cara de bola, agora murcha, é certo. Mas enfim... valeu Orlando, o ministro dos milhões.